Dias que passam nublados
Em que penso nos tempos que tivemos
Pensamentos entretando mercados
Daqueles anos unicos que vivemos
A amizade que construía palavras
Numa canção que pairava no ar
Surgia como um passaro sem asas
Que com o pensamento conseguia voar
As garrafas que viravamos no tempo
Que criavam coisas estranhas e sem nexo
Sentimentos ancorados no vento
Entendiamos realmente o complexo
Poesia criada na corda do violão
Versos que com a corda vibravam
Notas que vinham do coração
Mas que no nascer do dia cessavam
Tempos modernos que surgem
Sem no entanto se tratar da modernidade
Tempos aqueles que ainda rugem
Nos momentos de reflexão e serenidade
O desencontro é uma coisa curiosa
Torna estranhos tanto um amigo como um irmão
Mas reconheço a serenidade da prosa
E aprecio a minhoquinha na canção
Lembra que o tempo passa depressa
Garda o luto num baú bem trancado
Vira-te só para o que interessa
E nao te esqueças que a desilusão.. é um sentimento..
... que fica sempre marcado.
Aprendi muito contigo..
Aprende um pouco comigo também.
As portas estão sempre abertas!
Abraço.
sábado, 27 de março de 2010
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